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"O problema é esse seu sorriso... Ele vai acabar me matando..."
A Nostalgic Whatsoever.
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× EXCLUSIVE BY GIRLFATALE

Em busca de Santidade

Meu novo Blog, espero que gostem *-*


25.7.2014 /

25.7.2014 / [@ via/@ source]

25.7.2014 / [@ via/@ source]
Alguém entra na sua vida, rouba seu tempo, destrói sua confiança, agride sua auto-estima, estilhaça o pouco que resta da sua esperança no amor. E sai ileso. Não adianta desperdiçar sofrimento por quem não merece. É como escrever poemas em papel higiênico e limpar o cu com os sentimentos mais nobres.
× Cazuza.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

25.7.2014 / [@ via/@ source]

Ah, nature … 🌾🍂🍃
#nofilter #vscocam #vscobrasil #vscocamphotos


25.7.2014 /
É muito fácil pedir, pedir, pedir. Difícil é se doar. Porque normalmente as pessoas têm a triste mania de jogar na cara. Fiz tal coisa por você. E eu por você. Daí vira aquela agressão gratuita, aquela lavagem de roupa suja, aquela coisa feia e antipática que não combina com sentimento. Mas então eu me pergunto: será que tudo combina com sentimento? Claro que não. A gente não consegue ser bom o tempo inteiro. A gente não consegue deixar de lado as mágoas e seguir em frente. Tem coisa que alfineta, cutuca, aperta. E é preciso gritar, tirar, sair desse círculo vicioso e ruim. Não é fácil. Mas também não é tão complicado assim. Basta querer. Basta sair daquele pedestal. Basta realmente se importar com o que faz. A gente pensa que é muito bacana e que faz o melhor que pode. Que bobagem. Nem sempre lutamos com força e com fé. Às vezes, a gente só deixa a vida nos levar, como se fosse um rio que leva pedaços de árvores e lixo.
× Clarissa Corrêa.    (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

25.7.2014 / [@ via/@ source]

25.7.2014 / [@ via/@ source]

25.7.2014 / [@ via/@ source]
Nesse mundo existe muitas formas de ter felicidade, a questão é que eu vejo todas elas somente em você!
× Fabrício Bernardo.   (via relevou)

25.7.2014 / [@ via/@ source]
Estou bem, só que não tenho apetite. Meus nervos costumam me dominar, especialmente aos domingos; é quando me sinto péssima. A atmosfera é sufocante e pesada como chumbo. Lá fora não se ouve um pássaro, e um silêncio mortal e opressivo paira sobre a casa e se gruda em mim, como se fosse me arrastar para as regiões mais profundas dos abismos subterrâneos. Em tempos assim, papai, mamãe e Margot não têm a menor importância para mim. Ando de cômodo em cômodo, subo e desço escadas e me sinto um pássaro de asas cortadas, que fica se atirando contra as barras da gaiola. “Me deixem sair para onde existem ar puro e risos!”, grita uma voz dentro de mim. Nem mesmo me incomodo mais em responder, só fico deitada no divã. O sono faz o silêncio e o medo terrível irem embora mais depressa, ajuda a passar o tempo, já que é impossível matá-lo.
× O Diário de Anne Frank. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

25.7.2014 / [@ via/@ source]
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